O projetoLitteratus: Capacitar para saber tem como objetivo desenvolver competências nas áreas da literacia da leitura, da informação e dos media.
Este projeto alargou-se, no ano letivo de 2023/2024, a uma turma do 3º ciclo da Escola Secundária Stuart Carvalhais envolvendo a disciplina de Cidadania em articulação com a professora Cristina Sacramento.
A biblioteca escolar procurou articular com a docente na dinamização de sessões com as turmas para apresentação do projeto, apresentação do guião de pesquisa, pesquisa simples e avançada, referências bibliográficas e formas de apresentação dos trabalhos.
Os alunos elaboraram trabalhos sobre diversos temas, com recurso a ferramentas digitais, e apresentaram-nos na biblioteca escolar.
Já foram apurados os livros candidatos da 8ª edição da iniciativa " Miúdos a votos", que foram propostos por alunos de várias escolas em todo o país.
No 3º ciclo foram selecionados os 20 livros mais votados.
Aqui te mostramos a lista dos livros que irão constar dos boletins de voto do 3º ciclo.
A campanha eleitoral decorrerá entre 22 de janeiro e 6 de março, período em que poderás apelar ao voto no livro que consideras mais fixe da lista, defendendo as tuas ideias publicamente. A eleição terá lugar no dia 8 de março.
Participa!
segunda-feira, 7 de março de 2022
Newton
gostava de ler
«Pós
sob investigação» foi o módulo escolhido para realizar uma atividade com os
alunos do 8.ºB a pedido da Profª Fátima Martins de FQ. Depois da leitura de excertos
da obra “Timmy Fiasco: sempre a meter água” de Stephen Pastis. os alunos participaram
com entusiasmo na atividade prática à descoberta do criminoso.
Foi
um regalo vê-los tão envolvidos.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2021
HISTORIANDO 15
Auschwitz
À entrada do campo a frase: Arbeit Macht Frei, i.e., O Trabalho Liberta
Aushcwitz é a designação em alemão da
localidade polaca Oswiecim, na província de Katowice, a cerca de 60 quilómetros
a sudoeste de Cracóvia.
Durante a Segunda Guerra Mundial os nazis instalaram,
nos arredores da povoação, um complexo de campos de concentração que ficaram,
tristemente, célebres pela tragédia humana ali ocorrida ao longo de vários anos.
Auschwitz, criado em maio de 1940, foi
o maior de todos os complexos de extermínio nazis. Compreendia,
efetivamente, quatro campos e trinta e oito "comandos" (casernas e
edifícios militares e "administrativos").
Um dos campos, Birkenau, com as suas
quatro gigantescas câmaras de gás, era o lugar onde a "solução final"
do povo judeu através de um "tratamento especial", atingiu a triste
cifra de 20 000 incinerações por dia. No campo de Auschwitz, propriamente dito,
os detidos serviam, por exemplo, de "cobaias" humanas para
experiências "in vivo" dos tenebrosos médicos das SS (corpo
paramilitar de elite).
Homens e mulheres, principalmente
polacos e judeus, foram explorados até ao limite humano. Milhares e milhares
acabaram eliminados nas câmaras de gás. Muitos dos mártires de Auschwitz eram
também crianças, muitas das quais submetidas a experiências biológicas (como os
casos de gémeos). Outros dos que ali estiveram presos trabalhavam para a
fábrica de Buna-Monowitz, a IG Farben.
Em transferências de campos, morreram
cerca de 80 000 pessoas, entre muitas tristes imagens e cifras contabilizáveis
ou, talvez, ainda por contabilizar. Os registos nazis relatam apenas a morte de
pouco mais de duas centenas de milhar de detidos.
Avalia-se atualmente em cerca de três a
quatro milhões de indivíduos, na maioria judeus, metade dos quais oriundos
da Polónia, o número de vítimas
desta gigantesca e cruel máquina criminal nazi.
Auschwitz foi libertada em 27 de janeiro
de 1945 pelos russos, mas ainda assim as SS conseguiram
retirar, dez dias antes, numerosos "detidos" que transferiram ainda
para outros campos de extermínio e reclusão, como Buchenwald e Dora.
Os responsáveis desta macabra
"campanha" de extermínio em Auschwitz foram condenados pelo tribunal
de Nuremberga depois da guerra ter acabado. Não obstante, muitos nunca
demonstraram qualquer arrependimento ou consciência daquilo que fizeram, e
alguns dos "médicos" exterminadores conseguiram obter refúgio seguro
e impunidade junto das ditaduras militares sul-americanas.
Naquilo que foi a estrutura construída
do campo de concentração, foi erigido em abril de 1967, a expensas de antigos
presos, diversos governos e povos, o Monumento Internacional do Martírio, da
traça de arquitetos italianos e polacos.
O campo de concentração de Auschwitz foi
classificado Património Mundial pela UNESCO.
Auschwitz in Infopédia [em linha]. Porto: Porto
Editora, 2003-2021
[consult. 2021-01-26 17:21:35].
Disponível na Internet:
quarta-feira, 27 de janeiro de 2021
HISTORIANDO 14
Celebra-se hoje, dia 27 de janeiro de 2021, Dia Internacional da Memória do
Holocausto, o 76º aniversário da libertação de Auschwitz. É um dia para
homenagear a memória dos seis milhões de judeus mortos e de milhões de outras vítimas
do nazismo e promover a educação sobre o Holocausto em todo o mundo, para que tal
nunca mais aconteça.
Convido-te a visitares a primeira estrutura construída do campo de
concentração de Auschwitz, guiado por Daniel Oliveira na reportagem especial para
o programa Alta Definição da SIC. Para embarcares, clica na imagem:
Na
página da Ensina RTP sobre o Holocausto, pode ler-se:
Entre maio de 1940 e janeiro de 1945 morreram no campo de concentração de
Auschwitz mais de um milhão de pessoas, a maioria judeus, transformando aquele
complexo numa das principais fábricas da morte do nazismo. Hoje é um local de
visitas e reflexão...
Roupa. Malas. Sapatos. Óculos. São milhares de peças que se acumulam pelas
salas de Auschwitz, testemunhando com o seu silêncio o destino de um milhão e
trezentas mil pessoas que ali foram mortas pela ideologia nazi.
Entre as pilhas de objetos há ainda várias toneladas de cabelo, cortadas da
cabeça de mulheres que entraram no campo completam um quadro de terror numa
escala industrial nunca vista até então.
Ainda hoje os visitantes não conseguem ficar indiferentes. Para além de
milhares de visitantes que ali se deslocam de forma individual, acompanhados de
familiares ou amigos, há também muitas escolas que levam turmas inteiras ao
campo para que estes conheçam “in loco” a temática do holocausto estudada nas
aulas.
O tempo de quarentena
impôs-nos o distanciamento dos nossos amigos, o afastamento da escola, o isolamento,
a alteração de rotinas, a “prisão domiciliária”. De repente, vimo-nos privados
da liberdade de circular, de sair, de conviver. Todos sofremos de alguma forma
com todos estes condicionalismos e com esta situação. As notícias contínuas
sobre a doença, da qual nada se sabia, sobre o grau de transmissibilidade do
vírus, as incertezas e incoerências sobre a utilização ou não de máscaras, contribuíram
para aumentar a ansiedade e até mesmo o medo que se foi apoderando de nós. Com
o passar dos dias, fomo-nos conformando com a situação, tornámo-nos mais
resilientes e adaptámos o nosso comportamento; descobrimos e reinventámos
formas de ocupar o nosso tempo, de praticar algum exercício físico e até de estudar.
Contudo, tudo isto deixou marcas a que temos de estar atentos para bem da nossa
saúde mental.
Por isso, partilhamos convosco
uma checklist “Como me sinto?” da responsabilidade da Ordem dos
Psicólogos, para verificarmos quão fomos afetados.
Queres verificar como te sentes?
Para acederes à checklist, clica AQUI ou na imagem.
“Pum! A vida secreta dos intestinos”é uma exposição temporária que podes visitar até ao final do mês de agosto de 2020 no Pavilhão do Conhecimento, inspirada na obra “A vida secreta dos intestinos” de Giulia e Jill Enders.
Para esta exposição, o Pavilhão do Conhecimento – Centro Ciência Viva produziu esta infografia que revela dados desconhecidos sobre o nosso próprio corpo.
- no nosso intestino “moram” 100 mil milhões de bactérias, que equivalem a 2 kg de minúsculos seres?
- existe um conjunto de bactérias, fungos e vírus que ali habitam – a Microbiota intestinal?
- a Microbiota intestinal é de grande importância para a nossa saúde; está diretamente ligada ao nosso cérebro e, por isso, consegue alterar o nosso peso e até o nosso comportamento?
- Os intestinos têm um cérebro próprio e que do seu bom funcionamento depende grande parte da nossa saúde: das articulações à pele e até ao peso certo?
- E para que funcionem bem, temos de saber: distinguir entre probióticos e prebióticos, como regular a flora intestinal, conhecer os cuidados a ter com a sua higiene e até a maneira correta para defecar, ou seja, fazer aquilo que ninguém mais pode fazer por nós (cocó).
Como estamos enganados! Atribuímos má fama aos intestinos, desvalorizamo-los, rimo-nos quando os ouvimos e deles falamos, e até soltamos alguns Blergh!... e afinal têm um papel tão importante e determinante no nosso corpo. Temos muito a aprender!
Mas, para te despertarmos mais a curiosidade, partilhamos contigo alguns excertos do livro. Clica na capa do livro e começa a ler. Vais ver como a leitura te prende ao livro. A leitura tem essa magia!